domingo, 9 de março de 2014

For my part, I agree that an uncritical attitude toward analytical precepts and the process of canonization is untenable. Nevertheless I hope that as listeners, we would be prepared to appreciate technical skill and subtlety wherever we encounter it, without enshrining it as a necessary standard of value.

Lloyd Whitesell, The music of Joni Mitchell

domingo, 2 de março de 2014

sábado, 15 de fevereiro de 2014

2013 em capas de discos

Actualmente, muita da música produzida circula e encontra o seu público sob o formato de ficheiros imateriais; porém, nem por isso se deixou – felizmente – de produzir capas para os discos que vão saindo. Mais do que um elemento gráfico que ajuda o público a identificar a obra e o autor, as capas podem despertar a curiosidade e, ao mesmo tempo, servir de introdução a vários aspectos da obra que apresentam, como o ambiente geral, os assuntos de que tratam as canções e, claro, o estilo da música.
Depois de ordenados os discos e escolhidas as canções, volto a 2013 para listar aquelas que, para mim, foram as dez melhores capas.

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01. Volcano Choir, Repave;
02. Pet Shop Boys, Electric;
03. Wild Belle, Isles;
04. Young Dreams, Between places;
05. Kurt Vile, Wakin on a pretty daze;
06. Eleanor Friedberger, Personal record;
07. Paul McCartney, New;
08. Youth Lagoon, Wondrous bughouse;
09. Devendra Banhart, Mala;
10. Jacco Gardner, Cabinet of curiosities.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Yellowjackets, I knew his father

Ao ver um concerto dos Yellowjackets, no YouTube, apercebi-me de duas coisas: o grupo editou um álbum em 2013, intitulado A rise in the road; e Jimmy Haslip, baixista, membro-fundador da banda e compositor proficiente, saiu da formação, dando lugar a Felix Pastorius, filho de you know who. Depois fiquei a pensar numa coisa: Bob Mintzer, o saxofonista, tocou no projecto pós-Weather Report de Jaco Pastorius, Word of Mouth, e, segundo li algures, foi ver Felix à maternidade aquando do seu you know what.

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Passei a comprar mais discos desde que o Manuel nasceu, em grande parte porque adoro tê-lo nos braços enquanto ouço música e arrisco uns passos de dança que, de outra forma, me seriam vedados pela autoconsciência.

Weather Report

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Deep Purple, Come taste the band

Diz-me a presunção que os Deep Purple de 1975 devem ter apanhado todos de surpresa, e que muitos julgaram a mark IV condenada a não sobreviver à saída do guitarrista, e membro fundador, Ritchie Blackmore. Fazendo justiça a essas pessoas, que não conheço e apenas julgo terem existido, o Come taste the band é um álbum em que os Deep Purple não soam a Deep Purple – não completamente, pelo menos -, e uma etapa de onde não decorreriam sequelas. Dito isto, também é um álbum fenomenal, exactamente (ou assim me parece), por causa da saída de Blackmore e da liberdade criativa que isso deu ao grupo. De resto, só assim se percebe o soltar da franga de um grupo que começou a debitar funk com a ginga que faltou aos Led Zeppelin, em «The crunge»,e se permitiu regressar aos épicos com «This time around/Owed to 'G'».

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